Roubo, ofensa à integridade física qualificada, coação agravada e detenção de arma proibida. Prisão preventiva. MP. DIAP do Seixal
O Ministério Público apresentou, no dia 9 de abril de 2026, a primeiro interrogatório judicial um arguido indiciado pela prática de crime de roubo, cinco crimes de ofensa à integridade física qualificada, um crime de coação agravada, um crime de ofensa à integridade física simples e um crime de detenção de arma proibida.
O arguido foi detido em cumprimento de mandado de detenção fora de flagrante delito emitido pelo Ministério Público.
Encontra-se indiciado que o arguido agrediu diversos familiares, tendo o episódio mais grave ocorrido com a avó, a qual obrigou a entregar-lhe diversas quantias em dinheiro depois de a golpear com uma faca e de a fazer crer que poderia matá-la bem como a outros elementos da família.
Mais se indicia que o arguido, além dos familiares referidos, desferiu socos e pontapés, sem qualquer motivo, em duas vítimas com as quais se cruzou, uma delas com 77 anos de idade, circulou também pela rua com uma faca com lâmina superior a 20cm e fez sua uma carteira que arrancou das mãos de um ofendido que havia acabado de fazer um levantamento num terminal ATM.
Os factos ocorreram em diferentes momentos, entre janeiro e março de 2026.
Na sequência do interrogatório, o Ministério Público promoveu a aplicação da medida de coação de prisão preventiva, a qual foi aplicada pelo juiz de instrução.
A investigação prossegue sob a direção do Ministério Público do DIAP do Seixal - comarca de Lisboa, com a coadjuvação da Polícia de Segurança Pública.